HGLG11: Entenda o Fundo Imobiliário de Logística Mais Relevante do Brasil.
O que é o HGLG11?
O HGLG11 é o código do CSHG Logística FII, um fundo imobiliário focado no setor de galpões logísticos e industriais, considerado um dos mais tradicionais e respeitados do mercado brasileiro. Ele integra a categoria de fundos de tijolo, que aplicam diretamente em imóveis físicos, voltados para operações reais, contratos de locação e geração contínua de renda.
Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), uma das gestoras mais experientes do país, o fundo busca formar um portfólio de imóveis localizados em regiões de alto valor estratégico, como áreas próximas a rodovias, centros de distribuição e polos industriais. Esse posicionamento geográfico é essencial para atender grandes empresas que dependem de eficiência logística, como varejistas, operadores de e-commerce e indústrias.
Lançado em 2006, o CSHG Logística FII é um dos projetos mais antigos da indústria de FIIs, o que lhe garante um histórico extenso de resultados, negociações e ciclos econômicos enfrentados. A longa trajetória também colaborou para formar uma base sólida de cotistas e consolidá-lo como referência no segmento logístico da B3 (Bolsa de Valores do Brasil).
Ao longo de sua existência, o fundo ampliou e diversificou seu portfólio, passando a incluir imóveis de alto padrão, centros de armazenagem com infraestrutura moderna e contratos com empresas de grande porte. Isso fez dele uma das principais escolhas para investidores que buscam renda mensal estável, potencial de valorização e exposição ao setor que mais cresceu após o avanço do e-commerce no país.

Como funciona o HGLG11
O HGLG11 é um fundo imobiliário de renda, o que significa que ele distribui mensalmente os aluguéis recebidos de seus imóveis aos cotistas.
Na prática, o investidor compra cotas do fundo — como se fossem ações — e passa a receber dividendos mensais de acordo com o lucro obtido pelo fundo.
Os imóveis do portfólio são alugados para grandes empresas, muitas delas com contratos de longo prazo, o que garante previsibilidade de receita e menor risco de vacância.

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Composição do portfólio
O portfólio do HGLG11 é composto por imóveis logísticos e industriais localizados em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
Entre os locatários estão empresas de grande porte dos setores de varejo, transporte e e-commerce, como Ambev, DHL e FedEx.
Os imóveis são geralmente galpões de alto padrão, próximos a rodovias e centros de distribuição, o que garante liquidez e valorização a longo prazo.
Rentabilidade e dividendos
Em 2025, o HGLG11 continua entre os FIIs mais consistentes da B3.
A rentabilidade média anual gira em torno de 10% a 12% ao ano, considerando a valorização das cotas e os dividendos mensais, que costumam render entre 0,8% e 1% ao mês sobre o valor investido.
Os dividendos do HGLG11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que o investidor possua menos de 10% das cotas e o fundo tenha mais de 50 cotistas — conforme a legislação atual dos fundos imobiliários (FIIs).

HGLG11 é um fundo de tijolo ou de papel?
O HGLG11 é classificado como um fundo de tijolo, pois investe diretamente em imóveis físicos, e não em títulos financeiros atrelados ao mercado imobiliário (como os fundos de papel).
Enquanto fundos de papel, como o MXRF11, focam em CRIs e títulos de crédito, o HGLG11 foca na aquisição e gestão de propriedades reais, obtendo ganhos através de aluguéis e valorização imobiliária.
Essa característica o torna ideal para quem busca estabilidade e renda previsível a longo prazo.
Riscos de investir em HGLG11
Apesar de ser um fundo sólido, o HGLG11 apresenta alguns riscos comuns aos fundos imobiliários de tijolo:
- Vacância (imóveis desocupados temporariamente);
- Renegociação de contratos de aluguel;
- Oscilação no preço das cotas na bolsa;
- Desvalorização do setor logístico em períodos de crise econômica.
Ainda assim, o HGLG11 é considerado um dos fundos mais seguros da categoria, devido à sua diversificação e qualidade dos locatários.

HGLG11 e o cenário logístico brasileiro.
O mercado de logística no Brasil tem se fortalecido nos últimos anos, impulsionado principalmente pelo crescimento do e-commerce e das entregas rápidas.
Empresas como Amazon, Mercado Livre e Shopee ampliaram suas operações, demandando novos galpões de alta capacidade, beneficiando diretamente fundos como o HGLG11.
Além disso, o fundo tem apostado em projetos built-to-suit (imóveis construídos sob medida para um inquilino específico), garantindo contratos de longo prazo e renda estável.
Análise HGLG11 2025
Em 2025, o HGLG11 segue como um dos FIIs mais recomendados por analistas.
Entre seus principais pontos fortes estão:
- Gestão experiente e transparente (CSHG);
- Portfólio diversificado e bem localizado;
- Histórico sólido de pagamento de dividendos;
- Alta liquidez na bolsa (negociado diariamente na B3).
Por outro lado, o fundo pode enfrentar desafios com novas emissões de cotas e possível aumento de vacância em momentos de desaceleração econômica.
Vale a pena investir em HGLG11?
Sim, especialmente se o seu objetivo for renda passiva mensal e proteção contra a inflação.
Com um portfólio de alta qualidade e gestão sólida, o HGLG11 se mantém como um dos pilares da categoria de fundos logísticos.
Ele é indicado para investidores que buscam estabilidade, diversificação e exposição ao setor imobiliário físico, sem precisar comprar um imóvel diretamente.
Conclusão
O HGLG11 é um dos fundos imobiliários de logística mais respeitados do Brasil, com uma história de bons rendimentos, baixo risco e alta transparência.
Ideal para quem busca renda mensal e valorização de longo prazo, ele continua sendo uma escolha inteligente dentro de uma carteira diversificada de FIIs em 2025.
Antes de investir, lembre-se de avaliar seu perfil de risco e considerar a liquidez e os objetivos financeiros — mas, sem dúvida, o HGLG11 segue sendo uma das joias do mercado imobiliário brasileiro.


gostei do contéudo, muito bom.